Segue uma reportagem da Revista Crescer,muito interessante (link no final da página). Acho que muita gente fica morrendo de vergonha assim como eu fico... Caracas, o que fazer??? Algumas sugestões de quem já passou por isso e conseguiu resolver, são válidas para vermos o que podemos fazer também... Mas lembre-se: CADA UM TEM A SUA VERDADE, faça valer a sua!!!
Antes da reportagem, uma historinha:
Certo dia fui ao mercado com minha menina, ela queria levar um biscoito e eu deixei, depois queria mais um biscoito, e eu disse:"Você tem que escolher um , os dois a mamãe não pode levar".O que ela fez?? Se jogou no chão, começou a espernear, a gritar, conversei com ela, pedi que se levantasse, ela se recusou, então o que fiz? "Você ia levar um deles, depois disso tudo, vai ficar sem nehnhum... "Aí mesmo que veio a gritaria, mas mantive a minha palavra, e saí do mercado com ela "saracuteando e esperneando"... Uma pessoa passou e perguntou: o que houve? Aí eu disse: "Mal comportamento a mamãe não gosta, e ela se comportou mal e ficou sem o biscoito".
Achei que seria xingada naquele momento, aí a pessoa me disse: "Você está certa! Tem de controlar esse tipo de comportamento agora, enquanto são pequenos... Depois de grandes, você não conseguirá mais..." Pelo menos, dentre tantos olhares repreensores,me sentindo a pior mãe do mundo, esse comentário salvou o meu dia e me salvou da minha culpa...
Mais dicas de quem já passou por essa situação:
Ele faz birra e se joga no chão
“Toda vez que não dou o que meu filho quer, ele se atira no chão. Além de muito brava, fico envergonhada – não há uma pessoa que não repare na cena.O que devo fazer?”Ana Cláudia Pascolate, mãe de Davi, 1 ano
Não dê ouvidos
Há cerca de dois meses estou seguindo a orientação da pediatra e ignorando as birras. Não dou o que a minha filha deseja, por se tratar de uma espécie de chantagem. É incrível como funciona. Ela ainda reclama, mas não tem mais se atirado no chão, porque entendeu que não será ouvida se agir dessa forma.
LUDMILA TAVEIRA, 27 anos, mãe de Luiza, 1 ano e 4 meses
Seja firme
A criança faz isso para chamar a atenção dos pais. Quando ela age dessa forma, a mãe deve se abaixar e falar sem gritar, mas com voz firme: “Mamãe não gosta desta atitude! Levante do chão porque estamos indo embora”. Aos poucos, a criança vai entendendo isso. Se estiver em casa, faça a mesma coisa. Caso ela continue com a birra, coloque-a de castigo.
CLÁUDIA DA COSTA, 28 anos, mãe da Letícia, 1 ano e 4 meses
Explique os motivos
Antes de entrarmos em uma loja ou supermercado, converso com meu filho e digo que no momento não tenho dinheiro para comprar o que ele quer e que não vai adiantar fazer escândalo. Quando vê algo e pede, lembro a ele que já conversamos. Ele reclama, mas não volto atrás. Tem dado certo.
CLÁUDIA PINTO, 34 anos, mãe de Samuel Vitor, 2 anos e 5 meses \
Não ligue para os outros
Meu filho começou a se jogar no chão com 1 ano. Quando isso acontece, simplesmente paro e espero a birra acabar, sem falar nada. Ao perceber que não dou atenção, ele olha para mim na esperança de ouvir algo. Então pergunto: “Acabou? Podemos continuar passeando?”. Digo alguma coisa de seu interesse, levanto-o e vamos embora. O principal para conseguir essa calma é não ligar para o que os outros estão pensando. Ele ainda faz birra, mas só de vez em quando e raramente na rua.
ANDRÉA CURSINO, 31 anos, mãe de Enzo, 1 ano e 4 meses
Tente acalmá-lo
Fique calma e tente tranquilizar a criança e distraí-la com outro assunto. É errado ignorá-la totalmente pensando que assim ela vai parar de fazer drama. Isso só piora a situação. Dê atenção a ela e depois explique que você não pode comprar tudo que ela quer.
AMANDA SOUSA DE OLIVEIRA, 35 anos, mãe de Antonio, 2 anos
Reforce atitudes positivas
Seu filho deve estar fazendo isso para obter sua atenção, ou seja, ele sabe que é notado quando faz birra. Ignore, por mais difícil que possa ser, e estimule os comportamentos positivos. Ele perceberá que pode ter sua atenção de outra forma.
GILDA SANTUCCI CONSTANTINI, 26 anos, mãe de Gabriel, 4 anos
Negocie com ele
Minha filha mais nova fez isso algumas vezes. Eu me mantinha firme e a tirava do local. Depois que ela se acalmava, conversávamos sobre o assunto. Mesmo pequenos, eles entendem. Dizia que assim não conseguiria nada e que compraria algo que quisesse quando se comportasse e quando eu e o papai pudéssemos e julgássemos necessário. Hoje ela costuma pedir com calma o que quer e negociamos.
LAURA ENEDINA VENANCIO PRIM, 37 anos, mãe de Júlia, 6 anos, e Luísa, 4 anos
Texto extraído da Revista Crescer:
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI62440-10482,00.html
Quando chegam os filhos, temos muitas dúvidas, medos, anseios, e não sabemos como nos comportar diante de determinadas situações... Tenho a intenção de dividirmos dúvidas, atitudes e conselhos para que possamos ser mães melhores, mais seguras e mais tranquilas!! Costumo dizer: "Cada um tem a sua verdade". Quem sabe um desses conselhos ajuda você? Veja se ele se aplica em sua rotina, seu dia a dia, se ajuda você a se tornar uma mamãe feliz e satisfeita!!! Sejam bem vindos!!!
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Olá! Pelo visto você está bem empolgada com os filhos. Não vejo casado ou com filhos ainda mas cheguei a ler um livro muito bom que não me recordo totalmente o título mas é algo como 'como ensinar seu filho a ler' e isso também faz a diferença na vida social e juventude dele. Usei ele como base na criação do meu irmão mais novo e acho que só não ajudou muito porque minha mãe já tinha um plano: 'deixe o menino fazer o que quer. Ele ta crescendo e os pais somos nós' ¬¬ Eu tentei. Prazer conhecer seu espaço e você está no caminho mais legal e certo. *Arruma Blog*
ResponderExcluirOlá rafael, muito valiosa a sua dia! Obrigada, apareça sempre por aqui! Sempre que possível respondo as questões!! Abraços!
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